quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Acabôôuôu acabou!

Daqui pra frente ninguém sabe como vai ser, não adianta. Sinceramente, eu não achei que acabaria assim, com uma vontade de ficar um pouco mais. Com toda a certeza eu posso afirmar que aprendi muito esse ano. Aprendi a conviver com as diferenças e aprendi a buscar harmonia. Eu vou sentir falta disso, apesar de ser uma coisa meio surpresa, tudo foi decidido assim correndo, eu vou levar muito desse ano, o último ano. Vou sentir saudade até de alguém me criticando o tempo todo. Não sei se vou ter outra colega que seja contrária a todas as idéias da turma, e nem uma que acha que todos tem que acatar sua opinião. Não vou nem continuar com aquela que veio comigo desde o começo, nem com aquela que chegou na metade da vida... Quem sabe eu encontre um colega que tira foto de tudo, uma colega que ria da coisa mais sem graça e uma que nunca tem culpa de nada. Talvez tenha um colega turista que jogue futebol, uma colega totalmente maliciosa, ou uma que destaque tudo com mil marca-textos diferentes. Com sorte vou achar alguém que sente na minha frente, ou do meu lado, com quem eu vou ficar com vontade de conversar sempre, ou ainda um que me abrace e me mande tomar no cú. Talvez também tenha uma colega que vegete muito e uma que ria e solte muitos ruídos. Na minha sala também pode ter alguém que por mais que seja chingada, eu ache legal, talvez, ninguém sabe. Mas sei que não vai mais ser assim. Essa [des]união tão grande vai ser impossível de ser reencontrada. Essas peças eu vou levar pra sempre, umas com mais intensidade que as outras, mas todas estão no meu quebra-cabeça. Bom sentir esse aperto de algum modo, mostra que valeu a pena. Aprendi, passei, se foi. Cabe a nós sabermos se vamos querer continuar com laços. E saber que sempre carregaram minha mochila quando eu quebrava tudo, hahahaha. Valeu, valeu, certeza. Terceirinha de primeira!

Um comentário:

  1. Liiiiiiiiiindo Ana, lindo mesmo *-*
    e pode ter certeza que eu vou sentir muita falta da menina sorridente e querida que eu via todos os dias. Valeu, valeu, certeza

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