Se for parar para pensar, tenho muita coisa inacabada na minha vida, histórias sem fim, mas não por relaxamento, pelo simples fato de acontecer, assim, sem explicação. Assuntos longos, complexos. Meu passado não pode ser enterrado, de modo algum, e muito do que vivi no "passado" continua em meu presente. Talvez era, é, para ser assim, talvez não é para ter um ponto final, em nenhuma das vezes, e de modo algum eu tenho vontade de acabar algumas coisas. Se existe alguma força maior, algum destino ou sei lá eu, quem sabe o meu está escrito em longas estrofes, em muitas páginas, com muitos detalhes e muitíssimo tempo, e também, até se for eu quem tem o poder de levar as coisas como eu quero, faço isso acontecer exatamente assim, pois para mim um mês não é nada, as coisas podem perdurar por muito tempo, com intervalos, sem intervalos, não faz diferença. O que aconteceu, pode acontecer novamente, pode não acontecer, pode acontecer de modo diferente. Só sei que faz parte de mim, todas essas continuações das minhas "histórias", a parte 2, parte 3, ou parte 10 do espetáculo, até porque ultimamente de inédito não tem muita coisa acontecendo para mim, há muita coisa aparecendo novamente, até como uma nova chance. Mas eu gosto disso, gosto de viver e re-viver, as coisas mudam, mudam muito, mas de tanto mudar, as vezes voltam ao mesmo lugar, é a vida, é a minha vida, vivendo e vivendo denovo a mesma coisa, diferente, mas igual.
Que texto confuso, haha.
"Grande parte da vitalidade de uma amizade reside no respeito pelas diferenças, não apenas em desfrutar das semelhanças." James Fredericks.
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