quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Vem colorir solar...


"A vida é tão imensa e ao

mesmo tempo é tão pequena"

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Bem...


Mas é fato, ando com preguiça de interpretar
o mundo, de entender as pessoas, de procurar os sete erros.
Gostaria das respostas na última pagina,
de ter um manual de atitudes sensatas, ter o pensamento voltado pra Meca.
Queria que ouvesse um serviço de telessoluções
entregues a domicílio em menos de meia hora.
Que gorjeta boa eu daria!

Martha Medeiros



Eu beijaria o seu sorriso, e sorriria com força maior. Da da da di da da da ;D

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

PARA O MUNDO! EU QUERO DESCER!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

x² + (L) = ?

Pode ser que exista uma lógica na rotação dos planetas, uma fórmula para descobrir a hipotenusa do triângulo retângulo, um remédio que cure o câncer, mas as pessoas, essas não tem fórmula, lógica e nem tradução, cada pessoa é diferente da outra e convenhamos, as vezes elas nos deixam muito confusas... ou surpresas.

"Hoje eu quero conversar com um amigo pra falar também sobre as coisas bacanas da vida. As miudezas dela. A grandeza dela. A roda-gigante que ela é, mesmo quando a gente vive como se estivesse convencido de que ela é trem-fantasma o tempo inteiro."
Ana Jácomo

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Fotossíntese


Eu amo o sol. Eu amo a luz que ele dá para a vida da gente, eu gosto do jeito que o vidro do carro reflete a sua luz, nos deixando até meio cegos. Eu gosto da energia que o sol passa, eu sinto uma energia muito grande pelo menos. Quando tem sol lá fora, o dia é muito mais bonito. Eu não gosto de dias nublados, isso não combina comigo, dias sem luz, aliás, eu não gosto de escuridão. Eu gosto do brilho do sol, eu gosto muito disso. Gosto das cores e do calor. Eu gosto de ficar ali, no sol, sentindo a vibração, fotossintetizando...

Sabe, a felicidade está aonde você quer que esteja :)

terça-feira, 3 de agosto de 2010


Não importa quanto, é infinito agora...

domingo, 1 de agosto de 2010

Era uma vez...


Era uma vez, mas eu me lembro como se fosse hoje, minha paixão era o trapézio e me atirava lá do alto, na certeza de que alguém seguraria minhas mãos, não me deixando cair. Era lindo, mas eu morria de medo, eu tinha medo de tudo quase, circos, ciganos, parques de diversões, aquela gente encantada que chegava, e se ia. Era disso que eu tinha medo, do que não ficava pra sempre. Era outra vez, outro parque, ciganos e patinadores, o circo chegou a cidade, era uma tarde de sonhos, e eu corri até lá. Entrei no meio dos artistas e veio falar comigo uma moça que era a domadora, uma moça bonita, mas uma moça forte, uma moçona mesmo e eu lhe falei que eu queria ser trapezista. Ela me olhou, riu um pouco, e falou que era muito difícil, mas que nada é impossível. Depois veio o palhaço Poppy, veio Diderlang que mais parecia um príncipe, o dono do circo, as crianças. De repente apareceu uma luz lá no alto e todos ficaram olhando, a lona do circo havia sumido e o que eu via era a estrela Dalva brilhando no céu aberto. Quando me cansei de olhar para alto e fui olhar as pessoas, só aí eu percebi que eu estava sozinha.

Texto de Antônio Bivar, com modificações da minha eterna profe Dani. Que saudades disso tudo.