Todo mundo fala que eu tenho letra de guri. Eu não sou delicada, é, eu não sou mesmo. Eu costumo ser brother de muitos "guris" também, eu gosto disso. As vezes a minha força bruta é grande demais. Eu falo palavrão. Na maioria das vezes em que precisava-se de um homem que não existia na dança, a escolhida para o papel era eu. As vezes eu dou risada de umas coisas que não deveria se dar. Adoro as minhas características masculinas, de independência, de despreocupação e de força, ser imprevisível, adoro ser a Idalina brother. Mas isso não quer dizer que eu não sinto um pouco da fragilidade feminina. As vezes eu gosto também de atenção, de cuidados e de carinho, e as vezes eu gosto que alguém queira me ajudar a carregar a minha "mala".
Das conversas sem presa, das mais bonitas mentiras! - O Teatro Mágico
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