terça-feira, 4 de outubro de 2011
Prioridade
O que se sabe da vida com 17 anos? Muito, mas ao mesmo tempo pouco eu diria. Eu comecei a "construir a minha vida" com 17 anos de idade, e o que eu estou fazendo agora vai somar muito pra "quem eu vou ser na vida". Sei lá, é óbvio que a idade é pouca pra isso, mas se for parar pra pensar, não é só você que está nesse caminho. Muita coisa vai ser tirada de mim, vou ter que abrir mão de muita coisa. Não é abrir mão de tudo, nem pensar, mas algumas escolhas, ou até várias delas vão ter que priorizar essa caminho. É claro que é muito cedo, mas, infelizmente, é assim. Priorizar, priorizar o mais importante, não precisa esquecer do resto, mas priorizar.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Sobra tanta falta!
Eu sinto falta, nossa, como eu sinto falta. Eu sinto falta de convivência, de alguém dando um oi só por ser conhecido, sinto falta de olhar pra rua e reconhecer alguém. Sinto falta de ficar olhando pro meu amor. Sinto uma falta que chega a doer, de ganhar um beijo de verdade, de receber um abraço de quem eu quero bem. Como eu sinto falta de um abraço. Eu sinto falta de ter uma criança que vá brincar comigo, ou de um cachorro que fique feliz por me ver. Sinto saudade de saber onde todo mundo mora, de ter uma comidinha pronta feita pra mim, ou de poder "por na conta". Ninguém fala dessa parte de ir embora, de deixar coisas para trás, ou pode ser que não seja muita gente que sente isso, mas como eu sinto. Eu sinto falta de convivência. E as vezes isso me deixa uma pessoa mais triste. Eu sinto falta de ter alguém pra mim poder olhar e só saber que está ali. Eu sinto saudades, e de algumas pessoas, essa saudade as vezes quase me mata. Coisas simples sim, mas coisas gigantes pra mim!
segunda-feira, 4 de julho de 2011
sexta-feira, 24 de junho de 2011
Eu Me Amo!
Hoje eu resolvi falar de mim, e sobre uma pequena parte da minha opinião sobre mim mesma. Sinceramente, eu acho que eu aprendi direitinho como aproveitar só a parte boa dos exemplos e repugnar as partes ruins, agindo diferente. Eu acho que não sou mesmo perfeita, mas acho que sou uma pessoa boa, aliás, muito boa. Eu tenho um humor que se eu fosse outra pessoa, eu invejaria, eu sou amiga, de verdade, eu dou atenção de verdade, eu amo de verdade, e dou carinho de verdade. Eu aprendi a repugnar todo o tipo de preconceito, mas quando se trata de pessoas muito próximas as vezes eu digo que não. Eu sempre tive alguns princípios, e aprendi também que as vezes temos que alterá-los, aliás, não é possível ficar sempre igual. Eu estou falando sobre mim de um modo geral, não quer dizer que eu fui sempre assim, mas acredito que tem grandes partes de mim que não mudam, e nunca vão mudar. O tamanho do meu coração, por exemplo, tende a aumentar, e as vezes eu acho que eu sou boa demais, coração grande demais, e as vezes eu vejo as maldades tarde demais. As vezes eu não entendo que porque eu não vejo ou faço as coisas com maldade, não quer dizer que as outras pessoas não façam. Eu adoro pessoas, eu adoro conhecer pessoas, mas nem todas as pessoas valem a pena, na verdade, pouquíssimas pessoas valem a pena, mas isso não quer dizer que eu preciso destratar alguém. Eu sou sociável, eu sou muito sorridente, eu tenho um coração bondoso, e várias chagas nessa minha curta vida. Eu aprendi por experiência própria, como é perder um amigo, ou melhor, perder um amigo que continua ai, mas se foi. Eu aprendi na própria pele, por diversas vezes a falta de valorização, e eu sei o quão importante uma palavra de apoio só é importante. Aprendi que tem gente que simplesmente não se importa, independente dos laços que você tenha com ela, e aprendi que as pessoas esquecem e somem também. Mas não perdendo o foco, eu aprendi, de verdade a captar os pontos bons. E eu digo de boca cheia, que eu sou uma pessoa que vale a pena! Apesar de sempre estar presa, todos os dias da minha vida, eu sempre dei meu máximo, e sempre tentei acertar. Só que parece que não está bom, eu não me sinto bem, mas eu que a minha pessoa vale a pena, eu não sou igual a vocês, o meu coração não e igual a vocês, a qualquer um de vocês que esteja em alguma parte da terra, eu sou uma pessoa boa, muito boa, mas não parece o suficiente. Vai entender...
terça-feira, 10 de maio de 2011
Mamão
Não sei se preciso mais dos seus olhos marcantes ou do teu sorriso. Talvez precise do seu cheiro de alegria, ou do seu abraço protetor. Preciso mais do gosto de paz do teu beijo, ou de quando ele tem gosto de desejo. Quem sabe precise mesmo é do encontro de duas almas e dois corpos em sintonia, desse algo raro e precioso que a gente tem. Preciso dessa perfeição, que ao mesmo tempo inclui todas as imperfeições. Dessa coisa linda de sentir, que consegue integrar todas as esquisitices que a gente tem. O que eu preciso mesmo é do teu amor, que de um jeito ou de outro, a gente sabe até sem dizer, que é amor, e o amor quando é amor, é amor e ponto.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Mãe! Mãe? Mãe...
Sabe, eu adoro escrever, adoro descrever também, mas quando eu chego aqui pra falar de ti, parece que tudo o que há na minha mente some. Acho que eu tenho medo de escrever alguma coisa e que isso não chegue ao que eu quero falar, que não seja o suficiente...
Quando eu penso no ser humano que me deu a vida, que me deu o coração que eu tenho, e penso em tudo que já fez por mim e tudo que teve que enfrentar por mim, eu paro, paro e não sei o que dizer. Sabe, é a companheira da minha vida toda, de importância sem tamanho, a mais forte, a mais interessada, a melhor!
É inevitável que algumas vezes a gente não se entenda, isso é a coisa mais normal do mundo, mas realmente acho que a nossa convivência é muito, mas muito boa mesmo.
Obrigada por tudo, por todos os dias, e desculpa as vezes que eu exijo demais de ti, ou que não lhe retribuo a altura, só posso dizer que te amo muito, de todo meu coração, OBRIGADA!
Quando eu penso no ser humano que me deu a vida, que me deu o coração que eu tenho, e penso em tudo que já fez por mim e tudo que teve que enfrentar por mim, eu paro, paro e não sei o que dizer. Sabe, é a companheira da minha vida toda, de importância sem tamanho, a mais forte, a mais interessada, a melhor!
É inevitável que algumas vezes a gente não se entenda, isso é a coisa mais normal do mundo, mas realmente acho que a nossa convivência é muito, mas muito boa mesmo.
Obrigada por tudo, por todos os dias, e desculpa as vezes que eu exijo demais de ti, ou que não lhe retribuo a altura, só posso dizer que te amo muito, de todo meu coração, OBRIGADA!
quinta-feira, 28 de abril de 2011
EXTREMA NOSTALGIA!
Essas coisas banais, indiferentes, esses detalhes, essas coincidências, estão sempre me seguindo... O invisível salta aos olhos!
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