Seja o que for, me assustam certas...coincidências...
Faz o braço arrepiar, gela até a espinha!
quinta-feira, 11 de junho de 2015
domingo, 10 de maio de 2015
Ela
Mãe! Mãe? Mãe...
Sabe, eu adoro escrever, adoro descrever também, mas quando eu chego aqui pra falar de ti tenho um pouco de medo de escrever alguma coisa e que isso não chegue nem perto do que eu quero falar, que não seja o suficiente, mas...
Em dias como hoje é que eu percebo que não existe sentimento igual aquele que se sente quando a gente está no nosso lar, lar, não casa, não lugar físico, mas sim junto com as pessoas que formam esse lar, independente de onde quer que estejam. Esse sentimento de querer estar junto de quem a gente precisa, de quem a gente quer tão bem e que sempre faz falta. Todas as outras coisas do mundo não significam nada perto disso, nada vai ser igual a isso!
Mas, daqui onde estou, te mando todas as energias boas, mando todo meu amor pra ti, todo meu carinho.
Ontem eu li um texto, que já no começo, parecia ter sido feito de mim para você: "Mãe, pára um pouco. Dois minutinhos só. Sei que a ideia de parar não existe para você, mas eu tô pedindo. Baixa a frequência, senta no sofá, alguém cuida de todo o resto, vai por mim." Essa é a minha mãe, não para nunca e essa é sempre a minha única reclamação de você. Para mãe, não se preocupa tanto mãe, não dá bola, senta um pouco, mãe faz uma coisa de cada vez! Mas sabe, no fundo, acho que eu vou ser igualzinha a você, afinal, foi você que me ensinou...
Aliás, me ensinou tantas coisas, me ensinou a amarrar os sapatos, andar olhando pra frente, me ensinou a cuidar da casa, levantar das quedas, limpar as lágrimas, fazer comida boa, rir de mim mesmo, continuar vendo o lado bom das coisas e seguir em frente. Mais do que me ensinar, você foi o exemplo vivo disso. Você é meu exemplo!
E é por isso que preciso fazer duas coisas, te parabenizar e te agradecer. Sem você nada seria. E mesmo com esse aperto no peito quando falo com você nesse dia, de longe, sei que você está bem e aguardo o momento de voltar pro meu lar.
Feliz dia das mães, mãe de cinco. Ana, Júnior, Otto, Bilu e Lessye (esses últimos que acho que dão mais trabalho do que os primeiros, haha)
Um beijo, amo você
Sabe, eu adoro escrever, adoro descrever também, mas quando eu chego aqui pra falar de ti tenho um pouco de medo de escrever alguma coisa e que isso não chegue nem perto do que eu quero falar, que não seja o suficiente, mas...
Em dias como hoje é que eu percebo que não existe sentimento igual aquele que se sente quando a gente está no nosso lar, lar, não casa, não lugar físico, mas sim junto com as pessoas que formam esse lar, independente de onde quer que estejam. Esse sentimento de querer estar junto de quem a gente precisa, de quem a gente quer tão bem e que sempre faz falta. Todas as outras coisas do mundo não significam nada perto disso, nada vai ser igual a isso!
Mas, daqui onde estou, te mando todas as energias boas, mando todo meu amor pra ti, todo meu carinho.
Ontem eu li um texto, que já no começo, parecia ter sido feito de mim para você: "Mãe, pára um pouco. Dois minutinhos só. Sei que a ideia de parar não existe para você, mas eu tô pedindo. Baixa a frequência, senta no sofá, alguém cuida de todo o resto, vai por mim." Essa é a minha mãe, não para nunca e essa é sempre a minha única reclamação de você. Para mãe, não se preocupa tanto mãe, não dá bola, senta um pouco, mãe faz uma coisa de cada vez! Mas sabe, no fundo, acho que eu vou ser igualzinha a você, afinal, foi você que me ensinou...
Aliás, me ensinou tantas coisas, me ensinou a amarrar os sapatos, andar olhando pra frente, me ensinou a cuidar da casa, levantar das quedas, limpar as lágrimas, fazer comida boa, rir de mim mesmo, continuar vendo o lado bom das coisas e seguir em frente. Mais do que me ensinar, você foi o exemplo vivo disso. Você é meu exemplo!
E é por isso que preciso fazer duas coisas, te parabenizar e te agradecer. Sem você nada seria. E mesmo com esse aperto no peito quando falo com você nesse dia, de longe, sei que você está bem e aguardo o momento de voltar pro meu lar.
Feliz dia das mães, mãe de cinco. Ana, Júnior, Otto, Bilu e Lessye (esses últimos que acho que dão mais trabalho do que os primeiros, haha)
Um beijo, amo você
segunda-feira, 9 de março de 2015
Porque não?
No último sábado a noite eu li simplesmente todas as postagens desse blog. Eu comecei isso em 2009, com 15 anos de idade. Eu já falei isso, ou somente pensei, mas, as vezes eu me assusto com o tamanho da minha maturidade ao escrever certas coisas nesse tempo. Na verdade, pode ser que ninguém saiba o que tem por trás de cada texto escrito aqui, o sentimento que estava entre as palavras, o jogo de palavras que me fazem lembrar hoje o que estava acontecendo no momento. É genial como palavras podem nos levar novamente para um momento, não, nada de efeito borboleta, mas lendo tudo isso, eu viajei para os mais diversos lugares dos últimos anos da minha vida. Eu comecei assídua, e aos poucos as coisas foram diminuindo, não sei, as vezes eu penso, porque com o passar do tempo as palavras foram sumindo? Enfim... Uma parte do meu coração está aqui, descrito em palavras muitas vezes não entendíveis, mas está aqui. Aqui tem uma parte tão minha e só minha. Amo cada frase no final do post, amo cada título, tudo faz sentido, vocês não vêem? Não, acho que não, só eu mesma posso ver, tem pessoas que nem se interessam mesmo.
Tenho uma grande vontade de voltar a escrever com mais frequência por aqui.. Bom, nada melhor do que começar agora...
Rotina. Acomodação. Vou partir de uma das minhas medidas de tempo mais utilizadas: semestres. Hoje inicia mais um. Mas, o último para mim, foi basicamente diferente. Larguei mão de diversas manias e literalmente relaxei. Cansei de recusar convites para estudar, assim como cansei de me esforçar ao máximo para não ter retorno algum. Eu percebi que a rotina do curso não muda, os problemas não mudam, quem tinha que mudar era eu. Acreditei mais na minha capacidade, de que também era possível eu fazer as coisas de última hora se assim fosse preciso. Fiz coisas simples, que para mim são grandes, comecei a frequentar a academia, evitada até então por falta de tempo. Esse semestre, iniciei o inglês, que sempre teve a mesma desculpa. Eaí é claro que surge aquela pergunta de: porque não fiz tudo isso antes? Não sei, não sei mesmo, Mas, vou fazer.
Devo ter eliminado uns dois fins de semana do meu semestre, para me dedicar só e somente só aos estudos, cansei daquela rotina de deixar meu tempo de lado.
Rotina. Acomodação. Agora tem outra parte. Não acho palavras melhores para definir a situação hoje.
Acho que era isso, já escrevi por trás das palavras, já tirei um pouco o pó daqui. Prometo, tentarei voltar aqui não só nos momentos de "depressão", isso é uma promessa para mim, afinal, estou escrevendo somente para mim mesma. Ninguém mais lê isso não. Ps: mudei vários conceitos.
Agora. só para ficar um pouco mais charmoso, escrevo umas frases não publicadas, esquecidas atrás do meu login...
"Um desperdício de corações,de sensações, de amores e de ilusões."
"Não um amor de carne, de querer tocá-lo e possuí-lo. Era um amor diferente, quase que feito uma segurança de saber que está sempre ali."
"Dessas conversas sem pressa, desse olhar que diz mais que mil palavras, de um sentimento puro, dessa divisão de alma, desse sorriso inconfundível."
"Na verdade, as pessoas nem mudam, muda o que elas nos fazem sentir."
Tenho uma grande vontade de voltar a escrever com mais frequência por aqui.. Bom, nada melhor do que começar agora...
Rotina. Acomodação. Vou partir de uma das minhas medidas de tempo mais utilizadas: semestres. Hoje inicia mais um. Mas, o último para mim, foi basicamente diferente. Larguei mão de diversas manias e literalmente relaxei. Cansei de recusar convites para estudar, assim como cansei de me esforçar ao máximo para não ter retorno algum. Eu percebi que a rotina do curso não muda, os problemas não mudam, quem tinha que mudar era eu. Acreditei mais na minha capacidade, de que também era possível eu fazer as coisas de última hora se assim fosse preciso. Fiz coisas simples, que para mim são grandes, comecei a frequentar a academia, evitada até então por falta de tempo. Esse semestre, iniciei o inglês, que sempre teve a mesma desculpa. Eaí é claro que surge aquela pergunta de: porque não fiz tudo isso antes? Não sei, não sei mesmo, Mas, vou fazer.
Devo ter eliminado uns dois fins de semana do meu semestre, para me dedicar só e somente só aos estudos, cansei daquela rotina de deixar meu tempo de lado.
Rotina. Acomodação. Agora tem outra parte. Não acho palavras melhores para definir a situação hoje.
Acho que era isso, já escrevi por trás das palavras, já tirei um pouco o pó daqui. Prometo, tentarei voltar aqui não só nos momentos de "depressão", isso é uma promessa para mim, afinal, estou escrevendo somente para mim mesma. Ninguém mais lê isso não. Ps: mudei vários conceitos.
Agora. só para ficar um pouco mais charmoso, escrevo umas frases não publicadas, esquecidas atrás do meu login...
"Um desperdício de corações,de sensações, de amores e de ilusões."
"Não um amor de carne, de querer tocá-lo e possuí-lo. Era um amor diferente, quase que feito uma segurança de saber que está sempre ali."
"Dessas conversas sem pressa, desse olhar que diz mais que mil palavras, de um sentimento puro, dessa divisão de alma, desse sorriso inconfundível."
"Na verdade, as pessoas nem mudam, muda o que elas nos fazem sentir."
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
O erro da minha vida
"mas por favor, não seja a tristeza que você não é, que você não pode ser.."
por mais madura que eu fosse (e eu sabia que já tinha errado logo após acontecer), não sabia que isso ia me causar tristeza, não só naquele momento, mas anos depois.
por mais madura que eu fosse (e eu sabia que já tinha errado logo após acontecer), não sabia que isso ia me causar tristeza, não só naquele momento, mas anos depois.
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